Decreto reeditado salva vidas.

Fecomércio lamenta novo decreto e estima que prejuízos possam atingir R$ 1,6 bilhão

Para os órgãos da indústria e comércio decreto não ajudou às categorias. Mas salvar vidas diante dos riscos?

07/04/2020 por Daniel Paulino*
comércio vazio

A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Alagoas (Fecomércio AL) emitiu uma nota na manhã desta terça-feira (07), onde lamenta a decisão do Governo do Estado em prorrogar, até o dia 20 de abril, a paralisação das atividades comerciais e estima uma perda diária de R$ 53 milhões de reais nas atividades do Comércio e de Serviços, podendo atingir o cumulado de R$ 1,6 bilhão.

A entidade pontuou também que reconhece o momento difícil pelo qual passa a sociedade e a importância de somar esforços no combate à pandemia do Covid-19. Entretanto, defende que é preciso encontrar um equilíbrio entre os interesses econômicos e sociais.

“O setor Terciário (Comércio e Serviços) representa, em Alagoas, 49% do PIB, sendo responsável por empregar 66% dos trabalhadores celetistas e por 83,33% dos empreendimentos existentes, respondendo por 44% da arrecadação do ICMS no Estado. Com uma participação tão ativa na economia, não há dúvidas de que uma paralisação massiva, embora voltada a um bem maior, afeta os negócios e prenuncia uma recessão. Por isso, desde a publicação do Decreto Legislativo nº 6, no dia 20 de março, a Fecomércio posiciona-se frente ao governo contra a prorrogação do não funcionamento das empresas”, diz um trecho da nota.

A fecomércio afirmou também que as medidas trabalhistas que foram anunciadas pelo governo federal, assim como normas tributárias nas esferas federal, estadual e municipal, não serão suficientes para equilibrar as contas face ao desaquecimento de suas atividades.

*Sob supervisão e com informações de assessoria 


Fonte: cadaminuto.com.br

Tags: fecomércio lamenta novo decreto e estima que prejuízos possam atingir r$ 1 - 6 bilhão