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Editorial
 
Correiodopovo-al.com.br há dois anos de efetiva participação na vida de nossa cidade
Editorial
Uma cidade, um estado ou um país terá sempre tamanho do tamanho do prestígio dos seus políticos

Correiodopovo-al.com.br há dois anos de efetiva participação na vida de nossa cidade

Há exatos dois anos foi lançado em Penedo, mais precisamente no Restaurante O KIOSQUE de propriedade do famoso João Moraes Lopes – Bolinha- o Jornal Correio do Povo, há época impresso. Com a naturalidade dos que caminham pela humildade dissemos naquela oportunidade de que o nosso jornal vinha para ficar e não apenas como uma brincadeira, comentários de algumas pessoas que sempre torcem pelo atraso da nossa cidade.

Nestes dois anos nos firmamos como o jornal On-line mais lido da nossa cidade e também o mais polêmico por termos a coragem e ousadia de assumirmos posições e opiniões dentro do que preconiza a própria constituição, a liberdade de falar, escrever e opinar. Se acertarmos, somos meros esquecidos, se erramos nos tornamos alvo de todos os comentários dos que fazem a fofoca penedense.

Mas a nossa missão é maior que os percalços da caminhada, o objetivo é mais nobre, o incomodo que provocamos aos que não nos entendem faz parte do ofício. Importante é sabermos navegar em águas calmas ou turbulentas, pois na calmaria aprendemos a repousar descansar, já nas agitadas aprendemos a nos defender e vencer as intempéries tão naturais aos pescadores, agricultores, entre tantas profissões, ou até mesmo para todas, uma vez que não conhecemos nenhuma profissão ou exercício da mesma que apenas conte com ventos a favores.

Somos gratos aos nossos primeiros incentivadores, o ex-prefeito Marcius Beltrão, Nilson Ernesto, os primeiros anunciantes, Penedo Construções, Superstar informática, Farmácia santa Luzia, Sindspem, Mercadinho Mult coisas, Inforgraph, Curso Dez, Brasnorte, L’orgil, CD Mania e Iofal.

Prematuramente fomos chamados de jornal do prefeito, mas o tempo como senhor razão vem explicar aos preconceituosos que somos a favor de Penedo, defendemos ideias e não pessoas. Queremos o melhor para nossa cidade, respeitamos as decisões da maioria, da justiça e os desígnios de Deus, no entanto não nos curvaremos ao adverso se este estiver errado, como dissemos na reunião inaugural, buscaremos as informações, opinaremos sobre as questões, não viemos em busca de encrencas ou brigas, entretanto não seremos passivos aos nossos objetivos.

Somos hoje o correiodopovo-al.com.br incluso no GoogleNews, o mais lido site de informações da nossa cidade, com acessos diários que superam as marcas dos mil e quinhentos visitantes únicos, recheado de matérias nacionais, estaduais, locais e contextualizadas com a nossa experiência e conhecimento de um simples penedense que já viveu bons tempos de uma Penedo tranquila, dominada pela política bipartidária, com um comércio estável e de penedenses.

Somos o correiodopovo-al.com.br formado por Raul, Kim, Silvana, enquanto escrito com os colaboradores Wilton Lucena, Wilson Lucena, Zilma Lins, nossa jornalista responsável, Dr. Francisco Alberto Sales, Rafael Medeiros e Pedro Soares, a quem devotamos nossos sinceros agradecimentos.

Continuaremos o correiodopovo-al.com.br livre para pensar, escrevendo e descrevendo fatos com o doseamento que acharmos que merece, porém nunca infundado ou inverídico. Somos pertinentes para alguns, impertinentes para outros, todavia nunca covarde para expormos nossa opinião.  



Editorial

Segundo quase toda literatura da psicologia moderna qualquer que seja a mudança em nossas vidas causa dores e alegrias.

Se a mudança for para melhor; alegrias para uns e tristeza para outros. Se alguém pára de beber a família agradece e os amigos da farra irão sempre reclamar a perda. Se você pára de jogar o banqueiro do jogo de bicho acha ridícula sua decisão, pois estavas Próximo de ganhar uma bolada. Se deixas fumar a sua saúde revigora-se, mas os fumantes quase ativos, aqueles que só fumam com o cigarro que você dá, ficam irados com a sua decisão.

É uma constante entre a satisfação de alguns e insatisfação de outros! No entanto é assim que roda a vida.

E baseado neste veredicto de como caminha a humanidade, nós que certos ou errados analisamos as caminhadas da vida, filtramos a leitura que toda mudança trás alegrias e dores.

A cidade do Penedo é exemplo vivo dessa afirmativa. Pois ao ouvirmos comentários sobre as prováveis demissões nos quadros de comissionados e ou contratados prefeitura municipal percebemos o sabor de vindicta por parte de algumas pessoas que vibraram com as demissões, por serem ex-comissionados ou contratados! Quanta maldade!

Justamente desses não deveria partir esse regozijo de uma espécie de vitória, onde não existem vencedores; somente perdedores! Os perdedores de hoje, são espelhos dos não caíram no ontem. Todavia se o resultado da eleição fosse diferente, a esses críticos do hoje a medida do MP atingiria em cheio. E o que seria pior? Os compromissos com certeza seriam muito maiores que os de agora! Essa constatação se deve pela fórmula matemática que enuncia: “quanto mais tempo no poder, mais facilidade com o próprio poder você passa a ter”!

Inexplicável é sabermos que os críticos de hoje indicaram filhos e filhas no poder passado, porém por não serem os demitidos de hoje, sentem-se alegres com a derrota ou perda do outro! Isto não é CRISTÃO! Mesmo estando nós vivendo um tempo de Natal.

O povo de Penedo precisa distinguir melhor o que é nepotismo ou nepotismo familiar!

“Quem compra voto, engana consciências”, quem fala com a soberba, sobre o que não fez é incompetente, que atribui aos outros as suas próprias falhas ou erros é um fraco!

O que mais faz crescer a um ser humano não é tudo o quanto lhe dão, mas sim, tudo o quanto ele próprio conquista!

Negar aos fatos é negar à verdade, fazer reluzir o passado é dar brilho no que não mais é seu, é lavar e polir o carro do vizinho. Isto é saudosismo doentio!

Gritar que é flamenguista, vascaíno, soteropolitano ou potiguar, é algum tipo de necessidade atual que antes não julgava ser importante. É tentar se desvencilhar do seu próprio passado. É negar a sua verdade! Isto pode ser preocupante, mesmo que seja por osmose.



Uma cidade, um estado ou um país terá sempre tamanho do tamanho do prestígio dos seus políticos

Assim nos mostra a literatura, a história e a própria política. Existem nos anais da história do mundo citações que provam a contextualização do título desta matéria. A França de Napoleão ou Luiz XV; a Alemanha de Hitler; a Itália de Mussolini; a Inglaterra da Rainha Elizabeth; o Brasil de Pelé; o Piauí do Mão Santa, a Bahia de Caymmi; Brasília de Juscelino Kubitschek; Alagoas de Teotônio Vilela; Penedo do Barão de Penedo, de Zeca Peixoto, de Raimundo Marinho, Freitas Cavalcante e de Moacir Andrade!

Nestas citações não se deve questionar o desconhecimento de quem ignora a época ou de quem não contextualiza os fatos. Porém não se pode dizer que estes nomes trazem consigo referências pelo que fizeram pela sua terra.

E constam também nas enciclopédias que estas marcas foram deixadas pelas figuras humanas que mais ousaram ao defender seu povo. Hitler pode ter sido ruim para o resto da humanidade, mas buscava sempre a supremacia para o povo alemão. Como os fins nem sempre justificam os meios, não iremos discutir se Hitler foi ditador, um genocida ou coisa que o valha. Está em questão é a sua determinação em defender a Alemanha.

A cidade do Penedo vive dividida entre pequenos prósperos e grandes vales de marasmos. Entre meados e meio do século XX teve o pico do seu maior momento de desenvolvimento por se tratar à época de uma cidade portuária com grande movimento e várias fábricas em perfeito funcionamento. Neste contexto encontrava-se ao centro do progresso o nome de José da Silva Peixoto – o Comendador Peixoto – que trazia para a região as novidades do mundo moderno, centralizando-as na nossa pequenina, porém respeitada Penedo. Fomos grandes quando lá fora grandes foram nossos nomes!

Nos áureos tempos de Raimundo Marinho Penedo falava mais alto. Ninguém de Penedo que chegasse às portas do Palácio do Governo com um bilhete de Raimundo Marinho voltaria de mãos vazias. Fosse o governador Divaldo Suruagy ou Guilherme Palmeira, ou ainda qualquer um dos seus vices, Penedo era altaneira, leal e valorosa.

Neste tempo o que unia Penedo à Maceió era a amizade entre dois líderes que se respeitavam e trocavam compromissos.

Com a perda de Raimundo Marinho, a própria política nos abriu as portas palacianas através do nome de Moacir Andrade que já gozava de prestigio político muito mais fora da sua cidade natal do que mesmo na adormecida cidade ribeirinha, desta feita já esquecida pelas hostis do governo central do estado.

Foi através da composição da chapa majoritária com Collor governador e Moacir vice, que Penedo voltou a respirar os ares do progresso. A cidade duplicou com as obras aqui implantadas pelo então Governador penedense. Penedo antes de Moacir no governo se resumia da COHAB para o centro; do Oiteiro para a Ulisses Batinga; do Bairro Vermelho para o cemitério.

Hoje temos o Rosete Andrade, puxado por ele, a Vila Mathias, o Monte das Oliveiras, o Madre do Espírito Santo, o D. Constantino, o Loteamento São José entre outras localidades que se formaram.

As obras do Governo Moacir Andrade passam de uma dezena. E isto representa o progresso e desenvolvimento!

Portanto, Penedo não pode se alquebrar ou dividir-se por questiúnculas minúsculas e pormenorizadas, pessoais ou partidárias quando um novo nome pertencente à nossa política é enxergado e convocado para um embate maior, por que o que está em jogo é o futuro de uma cidade, de um povo e não de uma conquista pessoal!



 
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