Na política, o rodízio de nomes perdeu força para quem dá resultados

Quem entrega fica; quem falhou fica para trás. Eficiência vence nostalgia nas escolhas de governo.

Na política, o rodízio de nomes perdeu força para quem dá resultados

“Em time que está ganhando não se mexe.” Essa é uma retórica do mundo atual sobre o futebol que caiu muito bem para a política, especialmente quando o assunto é eleições.

Assim se pode compreender a permanência em cargos de pessoas — secretários ou secretárias — que tecnicamente compõem novos governos e que irrita, e muito, antigos gestores derrotados. São lideranças com carreiras marcadas pelo declínio ou por voos rasantes próximos do zero, resultado de posturas que o povo não aceita mais: mentiras e falta de palavra.

Dessa forma vem se encaminhando a política local, estadual e nacional, com o fortalecimento de equipes que entregam resultados aos gestores maiores — prefeitos, governadores e até presidentes — que, ao escolherem seus auxiliares, mantêm em cargos estratégicos aqueles que demonstram eficiência administrativa e habilidade política.

É a técnica do aproveitamento inteligente de quadros competentes, em vez da repetição automática de nomes presos ao passado e às velhas práticas.

A política vem se profissionalizando.

Creditos: Professor Raul Rodrigues