O grande ladrão de ideias passa despercebido entre os tolos

Dizem as más línguas que por entre CASA e CARROS a vida de crimes continua.

O grande ladrão de ideias passa despercebido entre os tolos

Dizia um longevo cidadão de uma pequenina e pacata cidade que os erros dos pais se transferem para os filhos em doses amplificadas. Aumentadas.

Eis que a história insiste em se repetir, agora com novos personagens — incluindo filhos.

Houve, na capital de Alagoas, Maceió, nos tempos do leite engarrafado — litros de vidro grosso, em forma de garrafas de champagne, vendidos nos famosos supermercados Bompreço — um ladrão conhecido como fura-pacote. Por onde passava, roubava — ou, nos termos modernos, furtava, por não empregar violência física — deixando um legado a ser seguido.

Hoje, o “perfeito” ladrão, que por onde passou roubou — em linguagem atual, furtou — inclusive ideias, subtraindo o saber alheio, ainda que jamais tenha sido negado pelo próprio sacerdote da falcatrua, reaparece. Após um longo e tenebroso período de hibernação, recebe “novos amigos” para festejar o escape da má fama.

Entre os novos enrolados, surge um sábio — ainda que em número reduzido — pois, para a maioria que o conhece bem, trata-se apenas de mais uma festa para enganar os bobos, afinal, é tempo de Carnaval.

Nem sempre cercar-se de tolos garante um futuro brilhante.

Que o diga FC.

Creditos: Professor Raul Rodrigues