Se o Brasil fosse um paciente Oncológico teria cura?

Na verdade, o Brasil tem mesmo que ir é para exumação.

Se o Brasil fosse um paciente Oncológico teria cura?

Se o país chamado Brasil fosse um paciente oncológico, uma equipe multidisciplinar precisaria ser convocada para operá-lo dos pés à cabeça. Seria uma metástase total e irrestrita: todos os órgãos comprometidos, sem chances de recuperação no mesmo corpo.

Solução? Uma reencarnação em novo corpo físico, desmemoriado e distante da mesma família. Pois qualquer descuido poderia despertar a memória ativa e fazer tudo voltar ao ponto inicial.

Não há como se explicar que o Supremo Tribunal Federal – STF – tenha vida própria e seja imune às tentações da carne e do bolso. Afinal, somos todos falíveis, independentemente de cor, raça, religião ou formação intelectual. Segundo o ex-presidente da República, Fernando Henrique Cardoso (FHC), a “corrupção no Brasil é cultural”.

Se membros da Suprema Corte são flagrados em situações que envolvem familiares ocupando cargos que, ainda que indiretamente, dependam de decisões dos senhores magistrados da capa preta, a imparcialidade cai por terra. Somos homens e mulheres de sangue quente e emoções vivas, sujeitos a tendências naturais.

Sendo o Supremo Tribunal Federal a última instância do Poder Judiciário, de onde nada mais pode ser contrariado após ouvidas as partes e proferida a decisão, a quem recorrer, senão ao Bom Deus, Pai Criador de todas as coisas?

Resta ao tempo acelerar – ou não – o revés da história, para que os fracos sejam defendidos por Ele, campeão de todas as causas.

O Congresso Nacional pode esfriar o caso do Banco Master caso a pena de Bolsonaro seja reduzida por meio do PL da Anistia.

Que País é este?

Creditos: Professor Raul Rodrigues