Núcleo do PCC fora de SP revela estrutura criminosa

Núcleo do PCC fora de SP revela estrutura criminosa

O organograma do PCC

Um novo organograma elaborado pelo Departamento de Inteligência da Polícia Civil de São Paulo (Dipol) detalha a atual estrutura hierárquica do Primeiro Comando da Capital (PCC), organizada em 12 sintonias. Entre elas, a Sintonia Final dos Estados e Países aparece como o núcleo responsável por coordenar as ações da facção fora do território paulista, tanto em outros estados brasileiros quanto no exterior.

Hierarquia e funções
Segundo as investigações, essa sintonia representa a instância mais elevada de comando e operação do PCC fora de São Paulo. O grupo é formado por integrantes encarregados de supervisionar atividades disciplinares, estratégicas e operacionais em regiões onde a facção mantém células estruturadas. A atuação desse núcleo é crucial, pois seus membros atuam em estreita ligação com a cúpula da organização, monitorando o comportamento dos integrantes, garantindo o cumprimento das ordens internas e articulando decisões que impactam a atuação da facção em âmbito nacional e internacional.

Integrantes da Sintonia Final dos Estados e Países

Veja abaixo quem são os integrantes da Sintonia Final dos Estados e Países, segundo o Dipol.

  • Célio Marcelo da Silva, conhecido como “Bin Laden” - Ele possui condenações que chegam a 254 anos de prisão, sendo responsabilizado por chefiar pelo menos 14 sequestros.
  • Cristiano Dias Gangi, conhecido como “Crisão” - Com 62 anos de prisão, Crisão foi condenado por homicídios, rebeliões e armas.
  • Giovanni Barbosa Da Silva, conhecido como “Bonitão” ou “Coringa” - Cumprindo pena de 35 anos e seis meses, ele lidera operações na faixa de fronteira com o Paraguai.
  • José de Arimateia Pereira Faria Carvalho, conhecido como “Pequeno” - Ele foi condenado a 86 anos, acumulando crimes de homicídio e rebeliões.
  • Reginaldo do Nascimento, conhecido como “Jatobá” - Com mais de 30 anos de pena, sua atuação inclui cartas escritas de unidades prisionais.
  • Rogério Araújo Taschini, conhecido como “Taschini” - Acusado de atacar diretores em presídios, sua ficha inclui crimes como formação de quadrilha.
  • Alexandre Cardozo da Silva, conhecido como “Bradok” - Com mais de 200 anos de pena, está envolvido em atentados a forças de segurança.
  • Adriano Hilário dos Santos, conhecido como “Boy” - Ele foi preso por tráfico de drogas e assassinatos, com uma pena de 20 anos.
  • Wendel Bispo Rocha, conhecido como “R8” ou “Ceará” - Suspeito de participar de um roubo e envolvido com a facção.
  • Rondenele de Oliveira Marques, conhecido como “Bandoleiro” - Ligado a roubos de cargas e outros crimes em andamento.
  • Valter Luiz Caíres, conhecido como “Valtinho” - Preso em 2019, atuava como “ponteiro” no PCC.
  • Carlos Henrique da Silva, conhecido como