Entre a Essência e o Artificial: Quando a Escrita Perde a Alma

Inteligência Artificial (IA) não é para todos; contexto e enredo devem se encontrar

Entre a Essência e o Artificial: Quando a Escrita Perde a Alma

Acompanhando alguns dos últimos artigos sobre Penedo nas redes sociais, e por ter me chamado a atenção — sobretudo por conhecer alguns dos redatores —, juntei-me às opiniões de leitores que identificaram o uso da Inteligência Artificial (IA), seja pelo contexto, seja pelo enredo desencontrado da nossa realidade.

Perder a essência e a originalidade traz sérios prejuízos aos artigos e conduz o autor a enveredar por um labirinto, assinando aquilo que sequer sabe descrever. A tecnologia está para todos, assim como estiveram os dirigíveis após Santos Dumont; no entanto, o próprio Dumont não concordava com o uso dessas invenções em guerras.

Contudo, arriscar é um direito de todos — inclusive dos que, em atitude quase suicida, acreditam que beber água, por si só, mata a sede, esquecendo-se de que tudo depende da medida certa. E, para não perder o tom, vale lembrar Alcione, sempre cantando e encantando.

Creditos: Professor Raul Rodrigues