O que justificaria “a hora do baixo São Francisco” por Ronaldo Lopes
24/03/2026, 16:56:52Opinião e histórico narrado pelo pai, Ronaldo Lopes, soma-se à imperiosa necessdiade de Alagoas, da região Sul e do baixo São Francisco possuirem um digno representante para uma nova era.

Não se pode ler e deixar de lado o que foi dito no texto escrito pelo prefeito de Penedo, Ronaldo Lopes, sobre a “Hora do Baixo São Francisco” ser agora, apesar de a espécie de carta aberta aos alagoanos tratar de um de seus filhos, especificamente Guilherme Lopes.
O momento é único, com características de fim de ciclo e início de uma nova era. Por mais de meio século, fomos isso sem levantar a voz ou promover questionamentos profundos sobre nossas raízes. 2026 surge como divisor de águas no Brasil — seja o fim do petismo, seja o início de um bolsonarismo com as mesmas características de corrupção atribuídas ao lulismo. Quem perder as eleições tende a desaparecer. Pode ser, portanto, o ano da virada de chave.
Em Alagoas, o dia 4 de outubro deste ano coloca as mesmas faces políticas à prova: ou o calheirismo prevalece e, sob a batuta de Renan Filho, lança JHC ao ostracismo político, ou esse intrépido jovem assume os rumos do estado canavieiro e vira a mesa — à semelhança de João Alves, em Sergipe. Da cozinha dos Franco, diretamente ao palácio do governo da capital e do estado.
Em Penedo, 2026 também trará um mesmo poder decisório entre passado e futuro, pois o presente já foi consagrado por Ronaldo Lopes, que conquistou o apoio popular em duas vitórias históricas sobre os chamados “invasores de Coruripe”. Isso conduz, ao cabo deste tempo — 4 de outubro de 2026 —, a uma necessária revisão eleitoral por parte do povo penedense, com vistas à construção de um futuro de glórias, à altura de administrações como as de Alcides Andrade, Hélio Lopes e Raimundo Marinho, cujas gestões deixaram obras marcantes.
Por essas razões e pelas decisões que se impõem, Ronaldo Lopes elenca, em seu conteúdo de natureza quase caleidoscópica, um repertório que destaca obras dos maiores prefeitos de Penedo, incluindo sua própria atuação como aglutinador de votos e agente de mudanças. Essas transformações alcançaram ruas, praças e, sobretudo, as camadas mais necessitadas — as periferias —, onde a administração municipal fez chegar benfeitorias relevantes.
Se, para Ronaldo, Guilherme representa a hora e a vez de Penedo avançar e melhorar a vida de seus moradores, que assim seja: que o filho competente se torne a voz e a vez do Baixo São Francisco, da região Sul e de dezenas de municípios alagoanos. Por onde passa, Guilherme Lopes agrega apoios pela simpatia, honradez e senso de responsabilidade, apresentando-se como alternativa para uma população que hoje se sente órfã de quem faça e peça por ela.
Ronaldo Lopes enxerga em seu filho, Guilherme, a continuidade das obras estruturantes de que a cidade dos sobrados necessita, bem como a possibilidade de dar voz ao Baixo São Francisco, hoje silencioso. Também vislumbra uma atuação em todo o estado, fazendo de Penedo, Piaçabuçu, Feliz Deserto, Igreja Nova, São Sebastião, Arapiraca, Junqueiro, Teotônio Vilela, Porto Real do Colégio, São Brás, Traipu, São Miguel dos Campos, Maribondo, Maceió e demais municípios de Alagoas parte de um mesmo projeto — tendo em Guilherme o “bandeirante de Penedo”, onde quer que seja chamado a atuar.
