Os critérios indefensáveis de quem critica RL e usa serviços públicos

Tudo nunca vai estar perfeito. Mas criticar por ser contra o prefeito é uma forma de comportamento. Outra é pertencer a um projeto que dá certo.

Os critérios indefensáveis de quem critica RL e usa serviços públicos

Criticar uma administração é um ato plenamente respaldado pela democracia e um direito de quem assim deseja fazê-lo, desde que dentro dos limites da realidade e, se possível, apontando caminhos para o acerto.

Todavia, criticar apenas pelo prazer de se opor — por ressentimento — e ainda alegar falta de reconhecimento por parte da administração quanto à compra de insumos e serviços é, na verdade, demonstrar insatisfação por não conseguir vender os próprios produtos. Isso já é outro problema.

E se os críticos de plantão utilizam os serviços públicos — saúde, educação, assistência social, limpeza urbana, campanhas de vacinação (SUS), manutenção de bens públicos, ruas, avenidas, praças, transporte escolar para os filhos, entre outros — e, ainda assim, mantêm o dedo em riste contra o prefeito, faz-se necessária uma análise:

Trata-se, de fato, de falhas do governo ou de mera dor de cotovelo por estar fora de uma função gratificada?

Criticar é um direito; prestar serviços é uma obrigação do governo. Mas ponderar e dosar as críticas na medida certa também é um dever.

Creditos: Professor Raul Rodrigues