Imprensa livre não pode ser guiada pelo mesquinho pensamento do dono

Nãso me cabe a função de ser censor da imprensa penedense, mas que pelo menos as verdades sejam a fonte das informações, já que a desinformaçõa corre solta.

Imprensa livre não pode ser guiada pelo mesquinho pensamento do dono

Comecei escrevendo para a Tribuna Penedense, por onde terminei como diretor, e ninguém pode negar isso. Depois, passei pela Emissora Rio São Francisco, onde deixei a marca de manter em dia o salário dos que por lá trabalhavam e a deixei com 05 KHz de potência, em processo de viabilidade conquistado pelo engenheiro Urbano, de Recife.

Tempos depois, fui colaborador dos maiores jornais do estado, com matérias publicadas aos domingos, em meio a colaboradores como Divaldo Suruagy, Milton Hênio, Ibi Gatto, José Medeiros, entre outros. Vindo, após essas datas, a assumir, por convite do fundador da Casa do Penedo, Francisco Salles, a direção do Jornal da Casa do Penedo.

E há 19 anos – completando-se, em julho de 2026, 20 anos de fundado –, o Correio do Povo Penedo, jornal que começou impresso e, logo após, on-line, onde diariamente mantenho expressa a nossa opinião sobre diversos temas dos mais variados estilos, com fundamentação sempre na verdade.

Por tais experiências vividas, sempre ao jugo de renomados jornalistas da capital e, por vezes, criticado por jornalistas e escribas de Penedo, julgo serem procedentes minhas observações sobre o jornalismo penedense, que, nos tempos atuais, traveste-se de formador de opinião – por vezes até que sim –, mas muito eivado de desinformações interesseiras de quem comanda parte da imprensa.

E, por tais constatações – não apenas da minha lavra, mas de formadores de opinião da terrinha, incluindo opiniões dos que enxergam pelo vesgo olhar da antidemocracia –, resumo: vivemos os tempos das invasões dos que, há muito, vivem e moram longe de Penedo, contudo se enchem de vontades reprimidas para falar, escrever e descrever sobre a Penedo que abandonaram, por suas próprias explicações e razões, e que deveriam servir de freios inibitórios de suas escritas. Como no caso específico de quem narrou que Xavier – o Flecha Negra – nunca havia perdido um pênalti, quando, na decisão do Campeonato Alagoano frente ao CSA, no campo do Mutange, o nosso maior artilheiro interestadual – o Xaxá, como era também chamado pelos colegas – perdeu uma penalidade naquela oportunidade, quando o jogo ainda estava zero a zero.

Creditos: Professor Raul Rodrigues