Parece que o que detectamos faz semanas já chegou a todos: redes sociais e seus limites na política

Não se deve confundir humor de curta duração com formação de opinião. Apesar de tudo depender de quem assiste, ouve ou ler.

Parece que o que detectamos faz semanas já chegou a todos: redes sociais e seus limites na política

Já descrevemos que as redes sociais são muito fortes – isto é uma constatação –, mas que ainda não se embrenham pelas cidades de médio porte, e, nas pequenas, aí é que o bicho pega.

Outro contraponto é a não eficácia no que tange ao conceito primário da política, que é fazer da ação do político a conquista do eleitor.

E, para finalizar, a substituição do rádio pelas redes sociais também é lenta e de difícil acesso para o grande público do interior e das zonas rurais, como forma de se atingir a formação de opinião.

Seguem exemplos de reconhecimento da nossa observação.

https://www.cadaminuto.com.br/noticia/2026/04/12/entenda-por-que-o-radio-e-a-sola-do-sapato-ainda-superam-o-digital-no-interior-de-al-nas-eleicoes-de-2026

 

Creditos: Professor Raul Rodrigues