Paes lidera em pesquisa e venceria segundo turno no RJ
27/04/2026, 22:16:31
Um recente levantamento da Genial/Quaest, realizado entre os dias 21 e 25 de abril com uma amostra de 1.200 entrevistas em domicílios no Rio de Janeiro, mostra que o ex-prefeito Eduardo Paes (PSD) é o favorito nas eleições estaduais. De acordo com a pesquisa, Paes lidera tanto no primeiro turno quanto em uma simulação de segundo turno contra o deputado estadual Douglas Ruas (PL).
No cenário de primeiro turno com todos os pré-candidatos incluídos, Paes obtém 34% das intenções de voto, enquanto Douglas Ruas aparece em segundo lugar com 9%. O deputado estadual está em um empate técnico com Anthony Garotinho, que é candidato pelo Republicanos e tem 8%, e com Wilson Witzel, do DC, que registra apenas 3%. É importante destacar que o empate técnico ocorre dentro da margem de erro entre Ruas e Witzel.
Quando considerado um cenário sem a presença de Garotinho, Paes pode alcançar de 39% a 40% das intenções de voto.
Quanto à simulação do segundo turno, a pesquisa indica que Paes venceria Ruas com uma diferença significativa: 49% a 16%. Nesse contexto, 19% dos entrevistados indicaram que votariam em branco ou nulo, enquanto 16% permanecem indecisos.
Os dados da pesquisa também revelaram um panorama para a corrida ao Senado, onde os pré-candidatos mais mencionados pelos eleitores são Cláudio Castro (PL) e Benedita da Silva (PT). No cenário mais competitivo, Cláudio Castro obtém 12% das intenções de voto, logo seguido por Benedita, que soma 10%. Outros candidatos, como Felipe Curi (PL) e Marcelo Crivella (Republicanos), aparecem com 6% cada.
É relevante observar que, em um evento recente, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) divulgou a decisão que tornou Cláudio Castro inelegível por abuso de poder político e econômico durante as eleições de 2022, reconhecendo que sua saída do cargo ocorreu por renúncia e não por cassação.
Por fim, a pesquisa também revela a avaliação do governo de Cláudio Castro, cujos índices de desaprovação atingem 47%, com apenas 35% dos entrevistados avaliando positivamente sua gestão e 18% não respondendo. Esses números contrastam com a avaliação mais favorável observada em um levantamento anterior realizado em outubro de 2025, logo após a Operação Contenção.
