Ser bancada não significa submissão
03/05/2026, 07:17:38Dentro da democracia está exatamente saber fazer pontes que tragam benefícios e não o silêncio tão comum políticos do baixo clero. E ser secretário inclui responsabilidade social

Na sessão da última quinta-feira, dia 30/04/2026, duas falas de vereadores de Penedo destoaram da linha natural dos discursos quando do uso da tribuna da Casa de Leis: Denys Reis e Antônio de Figueiredo Barbosa Júnior, o Júnior do Tó. Ambos abordaram temas distintos, porém com foco na responsabilidade e no compromisso com a verdade.
Denys Reis foi enfático, mesmo sendo da bancada do governo, ao criticar e apontar provas contundentes de que Penedo necessita de maior eficiência em cargos importantes, como o da pasta de Serviços Públicos, que tem a obrigação de solucionar problemas crônicos — e não mantê-los de forma recorrente ao longo dos anos —, como os alagamentos no Trevo do Bom Jesus, entre outros pontos críticos de estrangulamento do trânsito da cidade.
Fica a definição do fato: responsabilidade pelo cargo que se assume em nome do povo que o elegeu para verear, devendo, em seu nome, defender o que há de melhor para Penedo e sua gente.
Por sua vez, Antônio de Figueiredo Barbosa Júnior — Júnior do Tó — destacou, em sua fala, as atuações do deputado federal Arthur Lira, que, mesmo antes de firmar parceria com a municipalidade, já se colocava à disposição do município, enviando emendas parlamentares para amenizar as dificuldades do complexo hospitalar da Santa Casa, que atende a população da 6ª Região de Saúde do estado, bem como destinando maquinários e implementos agrícolas aos agricultores do Baixo São Francisco por meio da Codevasf.
Com isso, demonstrou que, acima de acordos políticos entre gestor e deputado, está a obrigação do parlamentar para com o cargo que exerce, devolvendo benefícios concretos para Penedo e para os penedenses.
observação do fato: ser governo não exige submissão a compormissos com políticos aliados do governo ou não. Penedo é ainda maior.
